Iran Barbosa cobra funcionamento do Conselho de Cultura e defende o Iphan

0
121
Sessão debateu o tema “Reflexões sobre Patrimônio Cultural Material e Patrimônio Cultural Imaterial”

Com o objetivo de discutir e refletir sobre a preservação do patrimônio cultural material e imaterial federal do estado de Sergipe, a Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) realizou, na manhã da quinta-feira, 31, Sessão Especial com a temática “Reflexões sobre Patrimônio Cultural Material e Patrimônio Cultural Imaterial”, com a participação de representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGS). A iniciativa da sessão foi do presidente da Alese, deputado Luciano Bispo (MDB).

Debateram o tema a superintendente do Iphan no estado, Katarina Aragão; o diretor do Departamento de Projetos Especiais do Iphan, Robson Antônio Almeida, e a presidente do IHGS, professora Aglaé D’Ávila Fontes.

O deputado Iran Barbosa, do PT, que é professor de História, participou da sessão e fez questão de destacar, em sua fala, a importância do Iphan como um instrumento de fortalecimento de uma política que é pouco valorizada no país, a preservação da memória e do patrimônio histórico.

“Neste sentido, é preciso que aqueles que defendem essa política se unam para cada vez mais fortalecer essa importante instituição, porque toda vez que o Iphan é fortalecido, os resultados acontecem, e quando ele é enfraquecido, registra-se o contrário”, disse, lembrando que, nas primeiras décadas deste século, Sergipe avançou em relação aos seus acervos e patrimônios históricos graças a políticas que fortaleceram o Instituto, destacando o reconhecimento pela Unesco da Praça São Francisco, em São Cristóvão, como patrimônio histórico da humanidade.

O parlamentar aproveitou a ocasião e a presença também da diretora-presidente da Fundação de Cultura e Arte Aperipê, Conceição Vieira, para cobrar ações que permitam o adequado funcionamento do Conselho Estadual de Cultural.

“Tenho recebido inúmeras reclamações de que ele não tem funcionado da forma adequada, como espaço importante de presença da sociedade na estrutura oficial do Estado, e esse conselho é essencial para que as políticas de cultura do Estado efetivamente aconteçam. Espero que consigamos avançar nisso”, apelou o deputado.