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Iran Barbosa participa de Plenária do Fórum Social Mundial

Escrito por Valesca Montalvão on .

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Iran falou sobre o "Direito à Cidade"Iran falou sobre o "Direito à Cidade"Na manhã desta quinta-feira, 1º de março, o vereador Iran Barbosa (PT), na condição de debatedor, participou da II Plenária Ampliada Sergipe Rumo ao Fórum Social Mundial 2018 (FSM 2018), que acontecerá em Salvador entre os dias 13 a 17 de março.

O vereador fez parte da Mesa 3, que contou ainda com a participação das debatedoras Dalva Graça (MOTU), Izadora Brito (MTST), com a mediação de Bernadete Pinheiro (Sintese) e Edinalva Mendes (Sintese).

“Quero agradecer a oportunidade de integrar esta mesa. Aproveito para parabenizar aqueles que estão resistindo na organização do FSM 2018 porque é um importante espaço de debate democrático de ideias e de resistência popular”, disse Iran.

Responsável pela temática "Direito à Cidade", Iran iniciou sua fala pontuando que é fundamental que, neste debate, seja resgatada a visão do cidadão como sujeito de direitos.

“É importante termos essa visão porque estamos vivendo uma quadra da nossa história na qual há um desrespeito frontal aos direitos duramente conquistados pelo povo. Discutir o direito à cidade é recolocar o cidadão como sujeito de direitos”, afirmou.

Ainda durante a palestra, Iran passou por pontos como a necessidade do enfrentamento à privatização do Estado e das Políticas Públicas e defendeu que, neste momento, a principal tarefa daqueles que defendem uma cidade democrática e pensada para todos é derrotar o golpismo, os golpistas e seus seguidores e apoiadores.

“Quando falamos sobre o direito à cidade, devemos pensar sobre qual cidade estamos falando, qual a cidade que queremos construir. O modelo atual não é aquele que a civilização humana necessita. Logo, devemos estimular uma cidade que seja formatada para as pessoas e não para as coisas. A cidade tem que ser, enfim, um espaço para o exercício da felicidade”, defendeu Iran.

O parlamentar lembrou, também, que, “discutir o "Direito à Cidade" nos impõe a discussão sobre o "direito ao campo", introduzindo aí o debate sobre o direito à terra, à preservação, respeito e valorização das tradições e ao reconhecimento da sabedoria popular”.

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