Iran Barbosa destaca o Setembro Amarelo e o Grito dos Excluídos

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Iran Barbosa abordou os assuntos durante o Pequeno Expediente

O mês de prevenção ao suicídio foi abordado pelo deputado estadual Iran Barbosa (PT), na manhã desta terça-feira, 10, ao destacar que a Campanha Setembro Amarelo ganha mais força no Estado de Sergipe com a Lei Nº 8.253/2017, de autoria da ex-deputada estadual Ana Lúcia (PT).

De acordo com Iran Barbosa, a Lei institui nos últimos 15 dias do mês, o “Setembro Amarelo”, como campanha de prevenção ao suicídio, em âmbito estadual.

“ A Lei prevê a realização de ações destinadas à população com o objetivo de alertar e promover o debate sobre o suicídio e as suas possíveis causas e consequências. Sempre que possível, deve ser procedida a iluminação em amarelo, a aplicação do símbolo da campanha, ou sinalização, de forma a remeter a atenção ao tema, durante os dias, nas edificações públicas estaduais”, explicou.

O parlamentar pontuou que o suicídio é um grave problema de saúde pública, que tem afligido, cada vez mais, a sociedade, principalmente os jovens.

“Sob o ponto de vista social e educacional, o Poder Público deve estimular o desenvolvimento de ações, programas e projetos na área da prevenção do suicídio e a Lei procura, justamente, colocar em prática essas atividades”, disse. 

“Nós precisamos ser voluntários em defesa da vida, estando dispostos a garantir atenção e cuidados àqueles que precisam ser ouvidos”, afirmou Iran Barbosa.

Grito dos Excluídos

Ainda durante o discurso, o deputado Iran parabenizou todos os envolvidos na construção e realização da 25ª edição Grito dos Excluídos, que saiu às ruas sob o lema ‘Este sistema não vale! Lutamos por Justiça, Direitos e Liberdade’.

“Foi uma bonita manifestação na Avenida Barão de Maruim, no último dia 7 de setembro. Parabenizo a Arquidiocese de Aracaju, na pessoa do Arcebispo Dom João José Costa; as Centrais Sindicais; os Sindicatos; os mandatos parlamentares que contribuíram com o evento; as pastorais sociais da Igreja; e os movimentos estudantil, popular e social que se uniram no grito pela vida tão necessário nesse momento”, disse.