Iran Barbosa participa da ocupação da Seduc

0
44
Iran Barbosa acompanhou os colegas durante o ato de protesto

Além da atuação no parlamento estadual, Iran Barbosa participa e apoia as ações de luta em defesa da educação e dos educadores. Presente em mais uma atividade, o professor e deputado Iran Barbosa (PT) acompanhou o Ato Público, na manhã dessa quarta-feira, 2, em frente à Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc). O ato integra a agenda de lutas da paralisação do magistério das escolas estaduais e municipais.

De acordo com Iran, os trabalhadores em educação paralisaram suas atividades contra os projetos de lei que dispõem sobre o Sistema de Avaliação da Educação Básica de Sergipe e o Programa Alfabetizar pra Valer; contra o desmonte da carreira do magistério; e em defesa do reajuste do valor do Piso Salarial da categoria.

“Paralisaram em função do cenário que os educadores estão vivendo, não há política educacional voltada para a nossa valorização e para o sucesso da educação”, afirmou Iran Barbosa, registrando a realização do Ato Público ao ocupar a tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe.

O parlamentar destacou, ainda, que nesta quinta-feira, 3, haverá a realização de um Ato Unificado contra a Reforma da Previdência, em defesa da Educação e das Empresas Públicas, organizado pelos movimentos estudantil, sindical e social.

Durante o ato público em frente à Seduc, os professores e professoras de Sergipe resolveram ocupar a sede da Secretaria e o deputado Iran Barbosa acompanhou os colegas durante o ato de protesto.

Na Assembleia Legislativa, o deputado Iran Barbosa já solicitou a realização de uma Audiência Pública para debater com entidades sindicais, entidades estudantis, conselhos de educação e representações da academia o conteúdo dos projetos que tratam do Sistema de Avaliação e do Programa Alfabetizar para Valer. Iran também solicitou que o governador e o secretário de Educação retirem os projetos da Assembleia e abram o debate com esses segmentos sociais sobre as matérias.

“Os projetos chegaram ao parlamento sem a legitimidade da discussão com os principais interessados. Isso precisa ser corrigido”, disse.