O vereador e professor Iran Barbosa (PSOL) participou de mais uma reunião do Fórum Municipal de Educação, realizada na terça-feira (7), na condição de presidente da Comissão de Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Turismo da Câmara Municipal de Aracaju.
Na ocasião, os membros do Fórum deram passos importantes para o início do processo de discussão do novo Plano Municipal de Educação.
“Na reunião, deliberamos sobre a constituição da comissão gestora que integrará o Fórum, com vistas a darmos andamento à elaboração do nosso Plano Municipal de Educação, e esse é um debate que estarei trazendo insistentemente para discutir com os colegas parlamentares, porque a Câmara tem assento no Fórum, que terá como tarefa elaborar o anteprojeto do PME, e é aqui, nesta Casa, que ele será discutido e votado. Continuarei trazendo informações para, quando o Plano aqui chegar, os colegas não se sintam surpreendidos com os desdobramentos e resultados”, destacou Iran Barbosa.
O parlamentar deixou evidenciado que defende que o Plano Municipal de Educação de Aracaju seja feito através de uma construção que garanta participação popular, democracia nas discussões e efetividade no que diz respeito às contribuições que vierem da sociedade.
“Acredito e defendo que um Plano bem-feito é sempre um Plano produzido com a participação do povo. Ficarei atento e acompanhando a construção da parte mais executiva do PME, mas sempre disputando e defendendo que esse processo tenha diálogo e interlocução direta com a população”, afirmou o parlamentar, acrescentando que, na reunião, também se estabeleceu uma ponte entre o Fórum Municipal e o Fórum Estadual de Educação.
“Isso porque deve haver um encadeamento entre os planos. Nós temos o Plano Nacional de Educação, que já foi aprovado e aguarda a sanção presidencial, e este é quem determina a elaboração dos planos estaduais e municipais; esses últimos têm que estar em consonância com o nacional, porque estamos interconectados em um Sistema Nacional de Educação em que os entes federativos devem estar integrados de forma ativa e participativa, dentro dos limites da autonomia de cada um, prevista na nossa Constituição Federal”, explicou o parlamentar e professor.









